quarta-feira, 20 de março de 2013
Notas da autora
Menina peço perdão pelo abandono aqui, só hoje que entrei e vi os comentários. Estou triste de saber que algumas estão chateadas comigo, mas tentem me entender. Eu estava sem criatividade e não gostaria de escrever qualquer coisa. Não abandonei a fic só a deixei quieta um pouco. Retornei com a minha outra "last to know" e ela está na etapa final. Quando eu terminá-la eu volto com essa. Minha internet esses meses está de graça e eu raramente estou entrando, principalmente aqui. E minha vida está corrida. Me entendem, por favor. Eu vou voltar a postar quando acabar last to know. Espero que me entendem mesmo e não me dem unfollown no twitter. Não acho que isso é necessário!
domingo, 30 de dezembro de 2012
Capítulo 8
NOTAS INICIAIS:
Oi amores perdoem a demora e esse capítulo cocozento. Juro que faço um melhor.
Lembrando, gif no final destacando a parte em negrito.
Oi amores perdoem a demora e esse capítulo cocozento. Juro que faço um melhor.
Lembrando, gif no final destacando a parte em negrito.
– Thomas, pela última vez. Eu
estou noiva. – Parei de andar e
o encarei. Desde que tínhamos saído da lanchonete o único assunto que ele
falava era sobre o suposto “sentimento” que eu e Siva sentíamos um pelo outro.
O que para mim é pura loucura de sua cabeça já que o único homem pelo qual eu
sinto algo especial é o David, meu noivo.
Continuamos a nossa caminhada e por um milagre divino Tom não
tocou mais nesse assunto. Comentei com ele o show de amanha e a participação em
um programa de TV.
– Você conhece muitas pessoas, não é? –Thomas me olhou
enquanto caminhávamos.
– Durante esses quatro anos eu fiz bastantes amigos como
muitos inimigos também. Todo trabalho tem seus pós e contras. Mas nada com o
que se preocupar.
Quando chegamos no ônibus fui direto ligar para o David, com
todos os compromissos estava cada vez mais difícil falar com ele.
– Oi amor... Como assim agora eu me lembrei de você?... Eu
sei que tenho noivo, mas ele sabe que eu trabalho... Eu não te liguei porque eu
estava ocupada... Abaixa o tom de voz para falar comigo. Eu sou sua noiva, não
sua filha... Qual é o seu problema, David?... Faz o seguinte. Quando você parar
de agir como um babaca eu e ligo... Sim, vou desligar na sua cara.
Joguei o celular na cama e bufei enquanto abria o notebook
para terminar de organizar tudo para amanha. Sinceramente, David às vezes é o
melhor homem que uma mulher pode ter, mas tem hora que ele me irrita. Será que
é difícil de entender que tem vezes que eu não tenho tempo para entrar em contato?
Ele é um ignorante. Liguei para os organizadores do show de amanha. Parece que
estava tudo sobre controle.
– Alicia? – Era o Siva. Ele estava na porta e eu o encarei.
– Oi Siva. Algum problema?
– Na verdade, os meninos querem que eu vá comprar o nosso
almoço. Que ir comigo? – como dizer não com ele fazendo aquela cara fofa? Suspirei
e sorri.
– Tudo bem. – Me levantei e ele segurou a porta para que eu
saísse.
O caminho todo foi silencioso. Só podíamos ouvir nossos
passos.
– Você está bem? – Ele perguntou e eu o olhei com dúvida. –
Eu escutei você discutindo com seu noivo ao telefone. Me desculpe. – Ele olhou
para o chão envergonhado.
– Vou ficar bem. Às vezes ele é assim mesmo. – sorri sem
graça e ele concordou. – E você Siva?! Namora? É casado? – Coloquei a minha
curiosidade para fora e ele sorriu pelo nariz.
– Eu namorava, mas terminei.
– Sinto muito. Me desculpe, mas por que vocês terminaram? –
Me xinguei mentalmente por minha curiosidade ser maior que o bom senso.
– Digamos que ela não gostava de caras românticos. – Ele deu
de ombros.
– Ela não sabe o que perdeu. – Antes que eu pudesse pensar já
tinha proferido a frase. Ele se virou e me lançou um lindo sorriso.
– E seu noivo tem sorte de lhe ter. – Ele me olha e eu
prefiro acreditar que ele apenas devolveu a gentileza.
(...)
Assim que todos acabaram de comer, sobrou para eu limpar as
coisas. Claro que Siva se ofereceu para ajudar. Enquanto ele lavava, eu secava.
– Você é bom nisso. – O elogiei enquanto reparei no jeito que
ele lava os pratos.
– Sou eu que faço isso lá em casa.
– Vocês moram juntos, certo?
– Sim. Imagina a confusão. – ele riu e eu o acompanhei.
A cozinha era pequena. Assim que fui coloca o pano na mesa,
Siva se virou nos fazendo ficar cara a cara. Seus olhos fitaram os meus e
desceram até a minha boca que estava entreaberta. Engoli a seco. É isso?! Vamos
nos beijar?! Com as pontas do dedo Siva alisou minha bochecha direita seguindo
para os meus lábios e o contornando. Fechei os olhos com seu toque. Quando os
abri Siva estava a centímetros de mim. Ele me olhou como se pedisse permissão para
beijar-me. Acenei com a cabeça de leve e então eu senti. Os macios lábios de
Siva em mim. Ele pediu passagem com a língua e eu lhe dei. Senti pequenas
correntes elétricas por todo o meu corpo. Passei meus braços pelo pescoço dele
e agarrei seu cabelo. Ele por sua vez colocou as mãos em minha cintura me
puxando para mais perto. Eu percebi que estava esperando por esse beijo há
muito tempo. Nossas línguas dançam calmamente, um explorando a boca do outro.
Aproveitando um ao outro. Quando paramos para respirar. Estamos ofegantes. O
clima pesado, cheio de desejos. Eu desejo esse homem. Ele tem algo que me
chama.
– O que você fez comigo? – Ele novamente alisa meus lábios
com o polegar.
– O mesmo que você fez comigo. – Eu sussurro e ele suspira me
puxando para um beijo mais quente. Mais sensual. Com luxúria.
Não sei o que deu em mim. Mas continuei o beijando
fervorosamente. Eu já estava sentada na mesa e ele entre minhas pernas. Suas
mãos passeando pelo meu corpo. Somos assustados por uma falsa tosse vindo da
porta da cozinha. Paramos para olhar e era Tom nos olhando com ironia. Arrumei
minha roupa e desci da mesa. Siva me olhava preocupado. Estava com medo da
minha reação pós-beijo. Sorri para ele que me devolveu um sorriso misturado com
alívio. Não vou ser hipócrita e fingir que não queria. Eu queria e muito.
– Desculpem interromper. É que o Martin está te chamando,
Alícia. – Tom me avisa e eu o encaro estreitando os olhos.
Olho uma última vez para Siva e saio da cozinha. Tom e Siva
se encaram sem falar nada.
– O que você quer que eu fale, Thomas?! Eu não resisti. –
Siva confessou para Tom que sorriu.
– Eu não falei nada. – Ele fingiu uma falsa inocência.
– Você não precisa falar, seu olhar fala tudo.
– Eu sabia que isso iria acontecer. Vocês dois não disfarçam
cara. Só faltam tirar a roupa um do outro. – Assim que Thomas falou, Siva pegou
o pano de prato e correu para bater nele.
– Vou ter que levá-los aonde? – Perguntei surpresa.
– Para passear na rua, Alícia. Eles estão enfurnados naquela sala e eu não aguento mais – Martin me olhava com cara de
cachorro pidão. Merda!
– Ok. – Levantei as mãos em forma de rendição.
– Vocês tem 5 minutos para dar um jeito na aparência de vocês
para irmos dar uma volta. – Avisei para os meninos que estavam jogando vídeo game.
Depois de uns minutos eles estavam prontos. Já na rua foi um
inferno. Eu não sabia que eles já tinham tantas fãs aqui. Cada passo era uma
menina chorando. Quando chegamos em uma praça me afastei um pouco e observei Nathan indo de encontro a uma fã e a beijando
seguido de uma abraço. Eles nem aproveitam nada, não é?! Balancei a cabeça
negativamente. Onde eu fui me meter. Me sentei num banco enquanto os garotos
atendiam todas as fãs. Logo Siva chegou com 2 sorvetes na mão e me deu um.
– Cansada?! – Ele me olhou e eu sorri.
– Entediada. – Dei de ombros e ele sorriu.
– Cuidado pra não se sujar, Alícia. – Tom gritou e veio na
minha direção. O olhei com duvida.
Ele aproveitou que eu estava levando o sorvete até a boca e
deu um tapa na minha mão fazendo o sorvete ir com tudo no meu nariz. O encarei
boquiaberta enquanto ele ria.
– EU VOU TE MATAR, PARKER. – me levantei e sai correndo atrás
dele. Parecíamos duas crianças bobas correndo pelo parque. Era bom passar um
tempo assim com eles. Me distrair. Assim que parei de correr. Apoiei meus
braços no joelho a fim de buscar fôlego.
– Aaaaah, não vai parar de correr agora. – Era o Siva. Ele se
abaixou e agarrou as minhas pernas me fazendo ficar pendurada em seu ombro como
um saco de batata. Assim que ele começou a correr eu batei em sua bunda na
tentativa de fazê-lo parar.
– Me solta, Siva. – implorei, mas inutilmente. Corremos mais
um pouco e assim que ele me colocou no chão eu percebi que estávamos em um
beco. O olhei e ele estava com um sorriso de orelha a orelha. Num movimento
rápido ele me puxou e me deu um beijo. Depois me olhou.
– Mais tarde. – Ele sussurrou e saiu do beco comigo deixando
essas duas palavras no ar. O que teria mais tarde?!
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
RECADO IMPORTANTE!
Oi amores,
está aqui mais um recadinho, ta legal?
Como eu sou super fã de blog, psé!!! Eu resolvi transferir a minha fic original pra cá também, e como eu sei que vocês gostam das minhas fics, porque não leriam se não gostassem. K k k k eu quero pedir mais uma vez o apoio de vocês, eu realmente estou animada com ela e tenho muitos planos, eu GARANTO que vocês vão amar a história, eu já decepcionei vocês?! Eu acho que não, porque senão ninguém leria minhas fics. K k k k
Como eu sou super fã de blog, psé!!! Eu resolvi transferir a minha fic original pra cá também, e como eu sei que vocês gostam das minhas fics, porque não leriam se não gostassem. K k k k eu quero pedir mais uma vez o apoio de vocês, eu realmente estou animada com ela e tenho muitos planos, eu GARANTO que vocês vão amar a história, eu já decepcionei vocês?! Eu acho que não, porque senão ninguém leria minhas fics. K k k k
Mas é
sério, eu tenho muitas idéias e planos para essa fic, por favor leiam e
comentem lá, prometo prometido que vocês vão curtir ok?!
Ai do lado está o nome da fic EM BAIXO da The Weekend, é só clicar que você para lá. Desde
já eu agradeço ><
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Capítulo 7
NOTAS INICIAIS:
Oi amores, demorei? rs
Aqui está mais um capítulo e com as mesmas coisas, a música e o gif, Beijos ;*
Snow Patrol - Open Your Eyes
Oi amores, demorei? rs
Aqui está mais um capítulo e com as mesmas coisas, a música e o gif, Beijos ;*
Snow Patrol - Open Your Eyes
- Alícia.
Alícia? – Pisquei três vezes seguidas e logo voltei à realidade, Siva estava
mexendo a mão em frente ao meu rosto. Por que eu tive esse pensamento do Siva
me beijando? Que estranho.
Olhei em
volta e estávamos no bar, parece que eu bebi demais e estava imaginando coisas
que eu não devia.
- Siva,
desculpe-me. Pode ir chamar os meninos para irmos embora? Eu não estou muito
bem. – Olhei para o nada, minha cabeça estava dando sinais do resultado de
tantas bebidas juntas.
Logo todos
estavam reunidos dentro dos carros para irmos embora.
- Desculpe
ter tirado vocês da festa rapazes. – realmente estava me sentindo mal por ter
estragado a diversão deles.
- Relaxa,
estava na hora mesmo. – Max piscou divertido.
Eles
iniciaram uma conversa animada sobre o que aconteceu com James e Thomas na
pista de dança, conversa na qual eu não estava prestando atenção, minha cabeça
estava em outro lugar. Será possível você sonhar acordada? Porque quer dizer,
aquilo foi como um sonho, não é? Por que diabos eu fui pensar naquilo, eu
simplesmente montei uma cena na cabeça e viajei nela.
- Alícia?
Chegamos. – Siva mais uma vez me tirou dos pensamentos.
Sorri sem
graça para o mesmo e saí do carro sobre os olhares dos meninos.
- Bem, se
me dão licença eu vou deitar, boa noite. – sorri para eles que retribuíram com
um ‘boa noite’.
Tomei um
banho rápido e vesti uma calça moletom com uma blusa grande, encarei o teto e
franzi a testa, eu não devia estar assim, devia? Isso é errado, eu estou noiva
e não posso ficar pensando no beijo de outro homem, é como se eu estivesse
traindo o David, não é?! Fiz muxoxo com a boca e balancei a cabeça. Esquece isso Alicia, não vai entrar em um
assunto que você vai se arrepender depois. Respirei fundo e minha cabeça
começou a doer.
-
Toc Toc?! – eu estava a tempo suficiente com os meninos para saber que o único
que faz essa brincadeira é o Siva. Me virei a tempo de ver ele em pé com um
copo d’água e um comprimido, ele me encarou e veio se sentar do meu lado na
cama.
-
Trouxe esse remédio pra dor, você me disse que não estava bem. – ele logo
explicou o motivo de estar ali.
-
Obrigada, Siva. – sorri e logo tomei o remédio.
-
Bem vou deixar você dormir agora. – ele sorri e beija minha testa, o toque dos
seus lábios na minha pele fez uma pequena corrente elétrica correr pelo meu
corpo. Sorri desconfortável e ele logo saiu deixando-me sozinha novamente, logo
o sono se faz mais forte que eu me levando junto com ele.
Acordei
com a luz do sol batendo diretamente no meu rosto, rolei na cama e tentei
voltar a dormir, mas agora era tarde demais o sono já se foi, suspiro
pesadamente e me levanto lentamente da cama. Por incrível que pareça minha
cabeça não esta mais doendo. Deve ter
sido o remédio que Siva me entregou. Siva... Bufei com meu pensamento, eu
preciso andar, ir espairecer a mente, eu estou tão confusa esses dias, eu me
sinto tão... errada, esses pensamentos que eu venho tendo estão errados, eu
tenho noivo. Eu não iria gostar de saber que meu noivo tem pensamentos desse
tipo com alguma garota.
Fui
em direção ao banheiro e fiz minha higiene pessoal, peguei uma roupa qualquer e
já estava pronta, escrevi um bilhete para o pessoal, não quero deixar ninguém
preocupado. Sai do ônibus em silêncio e um vento frio da manha bateu em meu
rosto, eu amo a temperatura fria que só a manha tem, coloquei os fones de
ouvidos e escutei minha playlist do snow patrol. Era relaxante, caminhei mais
um pouco e havia poucas pessoas na rua, algumas arrumadas para ir trabalhar e
alguns estudantes. A música é interrompida com um som de uma nova mensagem,
paro para ler e é do Thomas.
Onde você está, chata?
Thomas xX
Sorri
e respondi, entrei em uma lanchonete simples e me sentei enquanto esperava
Thomas vir, o lugar era aconchegante, não demorou muito e ele estava sentado na
minha frente.
-
Bom dia. – ele sorri
-Bom,
Thomas. – respondo cansada e ele franze a testa.
-
O que você tem? Quer dizer, você esta estranha desde ontem. – agora ele estava
sério e me encarando. Suspirei alto.
-
Eu ando confusa com algumas coisas, Tom. – Entrelacei meus dedos sobre a mesa e
o encarei. Ele respirou fundo e sorriu amigo para mim.
-
Há quanto tempo isso aconteceu? – ele me perguntou e eu franzi a testa em
duvida.
-
Isso o que? – perguntei sincera.
-
Há quanto tempo você está se sentindo atraída por ele? – ele revirou os olhos e
meu rosto ficou branco, como assim atraída?
-
Por quem? – me fingi de boba e ele estalou a boca negativamente.
-
Vamos parar de bobeira, estou falando do Siva e sua atração por ele. – UOL, ele
foi direto ao ponto me fazendo arregalar os olhos.
Antes
que eu possa responder a garçonete chega perguntando o que vamos querer, nos
fazemos nossos pedidos e ela se retira.
-
Onde estávamos? – tom retorna com esse incomodo assunto.
-
Thomas você esta viajando no quibe, eu sou noiva e o único homem que eu sinto
atração é por ele, meu noivo David. – tento parecer o mais segura possível das
minhas palavras. Ele estreita os olhos para mim e sua boca se forma uma linha
reta.
-
Você não me engana e te digo mais, o sentimento é recíproco, ele está muito
interessado em você Alicia. – ele fala calmamente e meu coração da um pulo. Não,
não, não.
-
Thomas qual parte do “eu estou noiva” você não entendeu? Mesmo se eu estivesse atraída
por ele isso seria errado, eu sou noiva. – repito as palavras calmamente como
se estivesse explicando algo para alguma criança. Ele me olha carrancudo e faz
muxoxo com a boca e eu logo reviro os olhos, ele é tão... teimoso, tão...
Thomas.
-
Eu sei quando alguém esta atraída por outra pessoa e acredite você está atraída
pelo Siva assim como ele esta por você. – ele pisca teimoso para mim me fazendo
suspirar pesadamente.
-
Não vou discutir isso, não a essa hora da manha. – logo a garçonete entregou
nossos pedidos. – come isso e cala a boca, Parker. – ele me olhou e logo gargalhou
deixando um som estranho sair logo em seguida. Eu, Alícia, atraída por Siva,
Tom Tom o juízo lhe falta.
Pros lerdos, quem não intendeu a cena do capítulo passado foi um pensamento de Alícia, Siva não a beijou de verdade, YEAH YEAH PEGADINHA DO MALANDRO UAHSUHAUHAUH
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
RECADINHO! ♥
Oi gente então, eu sei que muitas aqui são do Nyah e me acompanhavam lá, e quero agradecer a fidelidade para comigo, vocês são perfeitas!
Eu fiz outra fic, só que ela não fala sobre The WANTED, ela na verdade é original, isso é meio novo, porque os personagens são de autoria minha, eu terei que fazer as personalidades e é bem mais difícil, porque quando eu escrevo sobre os meninos, eu meio que já sei como cada um é! Mas eu estou muito animada e tenho muitas idéias para ela, e mais uma vez estou aqui pedindo o apoio de vocês, leiam por favor e se puder comentem, mas tipo me falem se vocês acham que eu devo postar lá no Nyah ou fazer um blog, o que for melhor para vocês! O importante é eu ter resposta e saber o que vocês acham!
Eu vou postar aqui a foto da capa e a sinopse da história, ok?!
Eu estou MUITO animada com ela, e eu acho que vocês vão amá-la tanto quanto eu já a amo!
Para poder ir ler a história é só clicar AQUI
Me respondam eu posto no Nyah ou faço um Blog? Quero ajuda ♥
Elisabeth
Connelly, uma jovem de 22 anos que sai de sua casa em Malibu e se muda para a
grande Los Angeles para poder fazer tua são sonhada faculdade e poder se tornar
uma escritora. Lá ela conhece várias pessoas entre elas o Dylan, um belo jovem
com seus 23 anos, divertido, alegre, bonito e facilmente apaixonante, também
conhece o renomado empresário Jason Burgmann, um homem com seus 28 anos,
solitário, sério, sensual, bonito e interessante. Os dois rapazes que passam em
sua vida são bem diferentes, embora os dois fiquem bastante interessados nela,
mas mesmo que a personalidade dos dois seja diferente uma grande surpresa vai
fazer com que Elisabeth perceba que eles têm algo muito mais em comum do que
ela esperava. Ela então terá que fazer uma escolha, ela fica com o divertido e
amoroso Dylan ou escolhe o reservado e charmoso Jason?
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Capítulo 6
Havia dois
carros nos esperando, então nos dividimos e fomos em direção a balada, demorou
vinte minutos e logo estávamos em frente à boate e a música alta tomava conta
do lugar, saímos do carro e rapidamente adentramos na lotada boate, várias
pessoas na pista de dança e outras sentadas em grandes puffs que se encontravam
em um canto reservado, o palco do DJ ficava no centro da pista de dança, no
canto direito havia uma escada que dava para a área vip onde tinha mesas
redondas e um sofá formando um C em volta, olhei mais um pouco e no canto
esquerdo estava um bar onde três barmans faziam seu show, jogando e gorando
garrafas antes de fazer o drink, eu e os meninos fomos em direção ao bar e
ficamos bebendo por ali mesmo, com o tempo cada um foi para o lado me deixando
sozinha com o Siva, não falamos nada por um tempo.
- Está se
divertindo? – finalmente ele puxou a conversa aumentando a voz em algumas
oitavas devido à música exageradamente alta.
- Sim, aqui
está bem legal. – gritei em seu ouvido, ele sorriu assim como eu.
Nossos
olhos se encontraram e logo nosso sorris diminuiu e nossas respirações estavam
aceleradas, seus olhos se desviaram do meu e fitaram minha boca eu repeti o
mesmo feito, só estava nós dois ali no momento, não escutava mais nenhuma
música ou as pessoas que estavam em volta, uma bolha se formou em nossa volta
nos impedindo de prestar atenção em nada mais do que nós dois ali. Siva
levantou sua mão e com seu polegar ele tocou minha bochecha, ele desceu e
passou o dedo pelo meu lábio inferior, eu fechei os olhos, meu estômago estava
em queda livre e meu coração batendo fortemente, respirei fundo ao ver que ele
se aproximava, era isso ele ia me beijar e eu não me movia, eu estava parada,
eu queria me afastar, mas ele é como um ímã me puxando para perto, eu já podia
sentir seu refrescante hálito e ele roçou os seus lábios no meu antes de me
beijar. Fechei os olhos, mas logo fui despertada do transe pelo meu celular que
insistia em vibrar, olhei para a tela e minha consciência me deu um tapa
imaginário, eu tenho noivo, David estava me ligando, o que eu estava fazendo?
Eu ia trair o David, como isso pode ter chegado a esse ponto?
Balancei a
cabeça tentando afastar os pensamentos confusos e me afastei do Siva indo para
um lugar mais silencioso para atender o telefonema.
- Amor que saudades, como você está?
Eu estou preocupado.
Fechei os
olhos, o que eu ia fazer com o meu pobre David? Ele não merecia.
- Oi meu
amor, eu estou bem, estou em uma balada aqui na cidade, os meninos meio que me
obrigaram.
- Eles fizeram bem, você tem que se
divertir, espero que tudo dê certo.
- Você deve ter razão, eu trabalho demais.
- Bem é isso, eu liguei só pra
escutar sua voz, a casa está tão sem graça sem você, eu sinto sua falta.
Lágrimas
começaram a cair, eu me sinto uma suja, enquanto meu noivo está sentindo minha
falta eu estava prestes a traí-lo.
- Também
sinto sua falta meu amor, logo eu estou de volta.
- Alicia você está chorando? Não chora, por
favor. Eu vou me sentir muito mal.
- Não amor,
não se sinta mal, eu só estou com saudades.
- Tudo bem, vá se divertir, eu te
amo.
- Eu te amo.
Me encostei
na parede e coloquei as mãos na cabeça, o que está acontecendo comigo? O que o
Siva está fazendo, é errado eu sei, mas ele tem algo que me prende, eu não
consigo me afastar, mas eu tenho, eu sou noiva, eu tenho que ser fiel, certo?
Certo.
Fui ao
banheiro e me olhei no espelho, sequei minhas lágrimas e respirei fundo, eu sei
que lá fora há um moreno alto e lindo me esperando confuso e eu tenho que lhe
dar algumas explicações sobre o nosso quase beijo. Sai do banheiro e fui em
direção ao bar, e lá estava ele encarando o chão e com um copo na mão, logo que
ele me viu não desviou o olhar até eu chegar perto dele.
- Oi. – ele
disse sem graça.
- Oi. – eu retribui.
- Olha eu
sinto muito por ter tentado te beijar. – ele ia se explicar, mas eu o interrompi.
- O erro
foi meu, eu sou noiva e não devia ter deixado chegar á esse ponto, eu sinto
muito e isso não irá se repetir. - por um momento não conseguia encará-lo.
- é que...
eu não consigo parar de pensar em você Alicia. – arregalei os olhos com sua
confissão.
- Eu não
queria te deixar assim, é só que você é uma mulher incrível e eu sei que você é
noiva, mas eu... só não consigo me afastar de você. – ele colocou sua mão na
testa.
Eu também
não conseguia, algo nele me chamava para perto, ele sente o mesmo que eu, não é
algo normal, o sentimento é mútuo, mas eu não posso, eu sou noiva, eu amo o
David, eu o amo.
- Olha
eu... com licença. – eu não posso fazer isso, não agora.
Eu sai de
sua vista e corri em direção à saída, preciso de ar, preciso pensar, perto dele
eu agiria na hora sem pensar nas conseqüências, parei em frente ao clube e
suspirei.
- Alícia. –
Siva gritou e veio correndo em minha direção.
- O que
foi? – eu perguntei curiosa.
- Eu
preciso fazer isso. – antes de me deixar falar ele me agarrou e me beijou, suas
mãos me segurando firme, eu arregalei os olhos, mas eu não consegui resistir
por muito tempo, envolvi meus braços em seu pescoço e dei passagem para que a língua
do mesmo invadisse a minha boca.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Capítulo 5
NOTAS INICIAIS:
Olá lindezas, me perdoem pela demorar, por isso está aqui um capítulo ENOOORME para vocês, esse capítulo não tem nada demais, porém, capítulo que vem as coisas começam a acontecer!
Aqui está uma música para vocês escutarem enquanto leem e comentem no final, por favor, beijos (: xX
Early Winter - Gween Stefani
Olá lindezas, me perdoem pela demorar, por isso está aqui um capítulo ENOOORME para vocês, esse capítulo não tem nada demais, porém, capítulo que vem as coisas começam a acontecer!
Aqui está uma música para vocês escutarem enquanto leem e comentem no final, por favor, beijos (: xX
Early Winter - Gween Stefani
No final os
meninos iriam autografar o cd deles, me encostei na parede e observei as
garotas que choravam e praticamente desmaiavam ali na fila, era engraçado ver o
modo de cada menina. Uma saltitava com o sorriso de orelha a orelha, outra estava
com a mão na boca enquanto olhava sem piscar para cada um dos meninos, tinha
duas que se balançavam e se olhavam. Sorri. Nunca tive um sentimento que me
deixasse assim, aliás, não sou muito fã de sentimentos, evito muitos o máximo
que posso, um dos sentimentos que menos gosto de ter e que nesses dias Thomas
faz questão de despertar é a raiva, sim, com certeza isso ele me despertava. Franzi
a testa. Olhei na direção dos cinco rapazes sentados na mesa, os olhos deles
estavam brilhando e sorrisos bobos estavam em suas bocas. Sorri junto. Eles definitivamente
estavam surpresos, não esperavam tanto a quantidade quanto a reação das meninas
ali presentes. Depois da fila de autógrafos as garotas foram direcionadas as
fileiras de cadeiras onde um palco estava à frente. Fiquei no canto do palco e
reli o meu pequeno discurso mais uma vez antes, de enfim, ir em direção ao
centro do palco.
- Boa
Tarde! – sorri divertida recebendo “boa tarde” de todos. – como vocês sabem estamos
no meet and great do The WANTED, não só como eu, os rapazes estão extremamente
felizes e agradecidos com todo esse carinho que é dado aqui hoje. Aproveitem! –
sorri – agora, por favor, recebam The WANTED. – estiquei meu braço ma direção
em que eles estavam entrando e logo saí.
Depois de
algum tempo respondendo algumas perguntas, fazendo brincadeiras – que não pode faltar.
– cantaram o single All Time Low com a companhia do violão e se despediram de
todas as pessoas – na verdade meninas. – que estavam ali presentes.
- Bom
trabalho, rapazes. – sorri satisfeita encarando cada um sentado em seu devido
lugar na van.
- Na
verdade isso é mais um hobby do que um trabalho. – Max sorriu me encarando,
balancei a cabeça concordando e o silêncio permaneceu durante a ida ao ônibus.
- Vamos
sair hoje a noite, não é? – Thomas mais afirmou do que perguntou.
- Não sei. –
Jay me encarou e voltou sue olhar para Thomas que entendeu.
- Ah! Por
Favor, agora tudo tem que ter permissão dessa ai. – ele cruzou os braços e fez
um bico. Respirei fundo.
- Primeiro,
eu tenho nome Sr. Parker, me chamo Alícia. – ele me olhou tentando disfarçar a
surpresa – acho que ele não esta muito acostumado a ser confrontado. – segundo,
sim, enquanto vocês estiverem aqui em New Jersey vocês tem que ter a minha
permissão até para dormir, que eu saiba, fui muito bem paga para ser
responsável por vocês. – Thomas fez uma expressão de raiva. – agora sobre lhe
ensinar bons modos, eu terei o enorme prazer de fazer isso de graça. – não só a
boca dele, mas como a de todos ali presente se formaram um ‘o’.
- Sim. –olhei
para James que me olhou com duvida, sorri. - vocês podem sair hoje à noite. –
assim que permiti a saída deles James sorriu.
Eu não
estava muito a fim de sair, por isso, enquanto os rapazes estavam se arrumando
eu subi em cima do ônibus usando uma escada que havia na lateral, eu amo
observar o pôr-do-sol, traz uma sensação de paz inimaginável, automaticamente
me lembrei dos meus avós, quando eu era criança costumávamos nos sentar na
varanda, então ela me colocava no colo e começava a pentear meu cabelo enquanto
eu ficava vendo o pôr-do-sol . Fechei os olhos e uma lágrima caiu. Eu sentia
tanta falta deles, lembro que enquanto ela penteava meu cabelo sempre dizia, “Um
dos maiores prazeres da vida é quando alguém penteia seu cabelo”, verdade, como
eu sentia falta.
- Posso me
sentar? – Fui tirada das minhas lembranças pela pergunta de Thomas – o que ele
quer agora?
- Por mim. –
dei de ombros sem encará-lo.
Um silêncio
incômodo se fez presente.
- Olha
eu... – ele respirou fundo – eu acho que estava criando coragem para falar o
que quer que seja. – eu acho que não estou sendo muito legal nesses dias. – eu sorri
irônico e virei para olhá-lo. – ele ACHA? Pois bem, eu tenho certeza.
- Ah! Você “acha”
que não está sendo legal? Pois bem Sr. Parker, eu tenho certeza. Parei de
encará-lo e voltei meu olhar para a paisagem a minha frente.
- Olha,
está sendo difícil faezr isso, ok? – ele ia falar, mas eu o interrompi. – o que
ele queria com aquilo afinal de contas?
- Então não
faça, simples.
- Mas eu
quero fazer, olha Alícia, eu não estou costumado com pessoas como você. – o olhei
com dívida.
- Como eu?
Explique-se melhor Sr. Parker.
- Mandona,
eu quis bater de frente com você desde a reunião, olha, eu não estou acostumado
a receber ordens assim tão... diretamente. – eu ia falar, mas ele fez sinal
para que esperasse. – eu percebi que o que eu estava fazendo era completamente
infantil, na verdade percebi isso hoje quando você me colocou no meu devido
lugar. Enfim, me desculpe, isso não irá se repetir. Você me perdoa? – olhei para
ele e vi que não estava brincando, respirei fundo e sorri concordando, ele
sorriu e me puxou para um abraço.
- Então, o
que você estava fazendo aqui sozinha?- Thomas curioso Parker perguntou.
- Lembrando
dos meus avós. – abaixei a cabeça.
- O que
houve com eles?
- Eles
morreram. – sorri tristonha em sua direção e o mesmo me olhava com pesar.
- Eu
realmente sinto muito, você deve sentir muita falta.
- Sim, a
saudade só aumenta, eu não desejo isso para ninguém. – comecei a chorar, chega
uma hora que as lágrimas saem sozinhas, sem a sua permissão, ele se aproximou e
me abraçou, retribui o abraço. Acho que é por isso que eu sou desse jeito, tive
que aprender a ser forte e a enfrentar o mundo sem eles, me desculpe por hoje.
- Bem... na
verdade eu estava merecendo, portanto relaxa. – eu sorri. – agora seque essas
lágrimas e vamos bebemorar. - o olhei confusa.
-
Bebemorar? O que seria essa palavra?
- É a
junção de comemorar com beber, eu e James estávamos com preguiça de ficar
falando as duas palavras na mesma frase, por isso à juntamos. – ele deu de
ombros e eu gargalhei. – cara, não gargalhe de novo, você parece uma hiena com
dor de barriga quando faz isso. – o olhei indiguinada e o mesmo começou a
gargalhar, eu lhe dei uma tapa.
- Podem ir
vocês, eu não estou afim de sair.
- Você o
que? Nada disso. – ele se levantou e praticamente me arrastou. – você vai e eu
irei escolher a sua roupa
Revirei os
olhos e o segui, é aquilo, se não puder ir contra um louco se junte à ele,
milagrosamente o ônibus não estava movimentado, acho que todos estavam se
arrumando. Depois de um tempo olhando Thomas bagunçar as minhas roupas
finalmente ele me mostrou um vestido verde- piscina, na verdade não me lembro
de tê-lo colocado na mala.
- Muito
bem, e o sapato queridíssimo?
Ele me
olhou estreitando os olhos e logo em seguida correu o olhar pela mala com os
sapatos.
- Esse
aqui. – ele levantou um peet-toe com estampa de onça, assim que ele juntou o
sapato com o vestido eu arregalei os olhos surpresa, ele tinha bom gosto.
- Agora se
vira com o cabelo, a maquiagem, as jóias, porque eu não sou fada madrinha. –
gargalhei, mas logo tapei a boca, ele me olhou e sorriu enquanto balançava a
cabeça. –vá se arrumar. – então ele beijou minha testa e me deixou só.
Era bom ter
alguém com quem desabafar, o Tom era a pessoa perfeita, eu sinto que seremos
grandes amigos.
- Toc Toc? –
Siva colocou a cabeça para dentro do quarto, ele estava lindo, com um blazer
preto, uma blusa branca com gola ‘V’ por baiso, calça saruel da mesma cor do
blazer e um conturno, os cabelos em um topete que era a marca dele. – você vai
com a gente?
- Sim, eu
vou tomar banho agora.
- Estamos
lhe esperando. – ele sorriu e se retirou
Depois de exatamente
meia hora só faltava colocar os brincos e eu estaria pronta.
- Vamos
Alícia, você não vai conseguir melhorar sua cara. – Thomas gritou batendo na
porta.
- Vá se
ferrar Thomas Parker. – gritei divertida
- O que foi
isso? – Max perguntou surpreso por eu e Thomas estarmos nos tratando bem.
- Nós nos
entendemos mais cedo. – ele falou baixo para que eu não escutasse.
- Pronto,
vamos? – sai do quarto e todos estavam me olhando atônitos, siva estava vindo
de encontro a gente enquanto dava um gole d’água, porém se engasgou ao me ver.
- O que
foi? Está tão ruim assim? Eu vou te matar Thomas.
- N-não,
quer dizer, v-você está... linda – James falou.
- Divina. –
Max completou com outro elogio.
-
Magnífica. – Nathan completou.
- Perfeita.
– Siva me olhou e nos seus olhos havia admiração.
- Você esta
apresentável. – Tom gargalhou e eu o olhei com cara feia. – ta bom, você está
um chuchu, agora vamos. Siva acompanhe a mulher limão. – dessa vez o Siva o
olhou com cara feia. – ok, desculpe, leve Alícia. – Tom se virou e piscou para
mim. Sorri.
- Será um
enorme prazer. – ele sorriu em minha direção, o sorriso do Siva era algo dado
pelos deuses, ele então me estendeu o braço e eu o segurei.
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